sexta-feira, 14 de novembro de 2014

REFEIÇÃO IDEAL PARA DIABÉTICOS


Celebra-se hoje, 14 de Novembro, o Dia Mundial da Diabetes, uma doença que tem como principais factores de risco o excesso de peso e o sedentarismo. 

O meu contributo para a comemoração deste dia é deixar aqui o exemplo do que deve ser o segundo prato do almoço ou jantar do diabético. Rolo de carne com legumes (cenoura, courgete, beringela e pimento salteados em 1 colher de sopa de azeite e um dente de alho), depois de um prato de sopa de legumes (ver receita aqui). Para terminar, uma peça de fruta  e para acompanhar a refeição uma de três bebidas: água, cerveja (uma mini) ou vinho (20 cl), e nada de refrigerantes!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

FALAFEL: A RECEITA DO CHEF HENRIQUE SÁ PESSOA

Hoje é segunda-feira, dia de não comer carne, nem peixe, "meat free monday", lembram-se? Para o almoço experimentei fazer a receita de falafel do Chef Henrique Sá Pessoa com uma alteração: em vez de fritar, levei os pequenos "hambúrgueres" de grão a assar no forno. E não ficaram nada maus ; ) Experimentem!
Para ver a receita e o modo de confecção no youtube, basta clicar aqui.

domingo, 9 de novembro de 2014

CIENTISTAS IDENTIFICAM BACTÉRIA QUE AJUDA A EMAGRECER


(...) “Até agora, a variação na abundância dos micróbios no tubo digestivo tem sido explicada pela dieta, pelo estilo de vida e pela saúde de cada um”, explicou Ruth Ley, uma das autoras do estudo da Universidade de Cornell, Nova Iorque. “Este é o primeiro estudo que conclui de forma segura que certos tipos de micróbios são hereditários — a sua variação na população é em parte devida à variação genética, e não é simplesmente devida à influência ambiental.” 

Os cientistas conseguiram demonstrar esta variabilidade através de um estudo comparativo entre gémeos humanos verdadeiros e falsos. Enquanto os gémeos verdadeiros são clones naturais (um óvulo fertilizado por um espermatozóide divide-se e separa-se, desenvolvendo-se dois embriões com o mesmo genoma), os gémeos falsos têm um genoma diferente porque surgem quando uma mulher ovula dois ovócitos e cada um é fertilizado por um espermatozóide diferente. Do ponto de vista genético, são dois irmãos normais. Mas ao contrário dos irmãos normais e tal como os gémeos verdadeiros, os gémeos falsos partilham o mesmo ambiente desde o útero. Por isso, é possível investigar a importância da genética na variação da flora intestinal entre gémeos verdadeiros e gémeos falsos. 

A equipa analisou 1081 amostras de fezes de 977 indivíduos inscritos na base de dados Twin UK, do King’s College de Londres. No estudo, integraram 171 pares de gémeos verdadeiros, 245 pares de gémeos falsos e 143 pessoas com irmãos gémeos. Os cientistas recolheram ainda amostras ao longo do tempo de 98 dos 977 indivíduos. A maioria eram mulheres, entre os 23 e os 86 anos. Em relação à obesidade, 433 pessoas tinham o índice de massa corporal (IMC) entre o baixo e o normal, 322 tinham peso a mais, 183 eram obesas e o IMC era desconhecido para 39 indivíduos. 

Os resultados genómicos mostram que a flora intestinal desta população tinha “um perfil de diversidade tipicamente ocidental”, segundo o artigo. A análise encontrou ADN de 9646 tipos diferentes de microorganismos. Destes, 768 estavam presentes em 50% das amostras. Em geral, o microbioma intestinal tinha mais semelhanças na mesma pessoa entre duas análises feitas em momentos diferentes do que entre duas pessoas diferentes. E tinha mais semelhanças entre gémeos do que em duas pessoas sem parentesco familiar entre si. Mas em certas famílias de bactérias — como a Lachnospiraceae, a Ruminococcaceae ou a Christensenellaceae, a que pertence a espécie Christensenella minuta —, a flora intestinal apresentava mais semelhanças entre pares de gémeos verdadeiros do que entre gémeos falsos. “A abundância de membros específicos do microbioma do tubo digestivo é influenciada, em parte, pela constituição genética do hospedeiro”, defendem, por isso, os autores, que não conseguem explicar como acontece esta influência da genética sobre os micróbios. No entanto, quando analisaram a existência da Christensenella minuta tendo em conta o índice de massa corporal das pessoas, descobriram que a bactéria estava mais presente nas pessoas magras ou com peso normal. Por fim, os cientistas resolveram adicionar a bactéria à flora intestinal de ratinhos. O grupo de roedores que recebeu a Christensenella minuta teve reduções “significativas” de peso, segundo os autores. Mas está ainda por explicar este efeito anti-obesidade.

Fonte

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O CORPO DE UMA MULHER, POR PAULO COELHO


“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!”
A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho

CIENTISTA PORTUGUÊS DESCOBRE COMO É QUE O EXERCÍCIO FÍSICO COMBATE A DEPRESSÃO

Jorge Ruas, um investigador do Karolinska Institute na Suécia, é coautor de uma importante investigação que vem demonstrar que o exercício físico ajuda a limpar o organismo de uma substância tóxica responsável por sintomas depressivos.

Há muito que as entidades médicas defendem os benefícios do exercício físico no combate à depressão causada pelo stress, contudo, não se compreendia de que forma ocorria esta protecção. A investigação liderada pelo farmacologista Jorge Ruas vem mostrar o mecanismo por detrás deste fenómeno. O estudo foi publicado esta semana na revista Cell.

A equipa do Karolinska Institutet (Suécia) revelou que o exercício físico induz uma alteração nos músculos esqueléticos (aqueles que estão junto ao esqueleto) que ajuda a eliminar uma toxina que o sangue acumula nos momentos de stress e que prejudica o funcionamento do cérebro.

Em comunicado de imprensa, o investigador e a sua colega de investigação, a neurocientista Maria Lindskog, explicam que a proteína PGC-1a1, presente nos músculos esqueléticos, aumenta quando se pratica exercício físico.


No início da investigação, Jorge Ruas e Maria Lindskog acreditavam que estes músculos com proteína reforçada produziriam alguma substância que ajudava a combater a depressão. Mas após a investigação em ratinhos descobriram precisamente o contrário: a proteína PGC-1a1 ajuda a eliminar uma substância tóxica que o stress faz acumular no sangue.

Os investigadores usaram dois grupos de ratinhos: uns com a proteína dos músculos reforçada e outros com músculos “normais”. Os dois grupos foram expostos a situações de stress (ruído, flashes de luzes, e inversão do ciclo de sono).

Depois de cinco semanas de exposição a momentos de stress ligeiro, a equipa verificou que os ratinhos com menos PGC-1a1 tinham desenvolvido comportamentos depressivos, enquanto os outros ratinhos não mostravam estes sintomas.

Enzimas KAT eliminam substância tóxica
Os investigadores verificaram que os ratinhos com altos níveis de PGC-1a1 também tinham níveis mais elevados de enzimas KAT - capazes de converter uma substância que se forma durante os momentos de stress, a quinurenina, transformando-a num ácido que não passa do sangue para o cérebro.

Os peritos ainda não sabem ao certo como actua a quinurenina no cérebro, mas a substância está ligada a estados depressivos e a outros distúrbios mentais.

“Este trabalho poderá abrir um novo caminho farmacológico no tratamento da depressão, sendo que o alvo terapêutico poderá passar a ser o músculo-esquelético em vez do cérebro. Este músculo parece ter um efeito de desintoxicação que, quando activado, pode proteger o cérebro, diz Jorge Ruas no comunicado.

A depressão é uma das doenças psiquiátricas mais comuns. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, este distúrbio afecta cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo.

Fonte
http://boasnoticias.pt/noticias_Portugu%C3%AAs-descobre-enzima-que-combate-depress%C3%A3o_21046.html?page=0

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

PÃO DE AVEIA

Este pão de aveia que se faz rapidamente em casa é bom para o pequeno-almoço, mas é especialmente recomendado para o lanche, para a "hora do lobo". Contém menos carboidratos do que o pão tradicional e tem proteínas na sua constituição o que o torna mais saciante fazendo engordar menos. Este que está na imagem foi feito por mim ontem à tarde e tem o aspecto de um bolo delicioso. Fica muito bom com queijo fresco magro, requeijão ou fiambre de perú magro. Experimentem!

Pão de Aveia
3 ovos
6 colheres de sopa de farelo de aveia
5 colheres de sopa de leite em pó magro
3 colheres de sopa de iogurte natural magro
2 colheres de leite (pode ser meio gordo ou magro, o que houver em casa)
1 colher de sobremesa de fermento para bolos
1 pitada de sal (opcional)

Bater bem os ovos. Juntar o leite líquido e o iogurte natural. Bater mais um pouco e juntar a aveia e o leite em pó. Por fim adiciona-se o fermento e o sal e mistura-se rapidamente. Coloca-se numa forma de silicone (não é preciso untar) e vai ao forno aquecido a 180ºC durante cerca de 30 minutos. Está pronto!