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SALA DE CONSULTA # 25: Diabetes tipo 2 na infância

O Sebastião tem sete anos e frequenta a minha consulta de obesidade há quase um ano. É uma criança obesa que não tem conseguido perder peso de modo consistente. Já não o via desde Novembro e na semana passada medi-lhe um aumento de peso de 2,9 quilos. Como só cresceu um centímetro, o seu IMC passou de 24,3 kg/m2 para 25,8 kg/m2. A sua obesidade agravou-se e custou-me vê-lo com uma respiração ofegante e cansado só do pequeno esforço que é desapertar os sapatos.

Como tem familiares diabéticos (pai, avó e uma prima direita), resolvi desta vez avaliar-lhe a glicémia. O Sebastião tinha lanchado um copo de leite e um pão com fiambre, cerca de duas horas antes de vir à consulta. Se tudo estivesse bem, a glicémia deveria apresentar um valor aproximado de 120 mg/dL. Tive uma surpresa:  o valor era 188 mg/dL. Podia ser um indício de diabetes, pelo que aconselhei a mãe a medir-lhe a glicémia na manhã seguinte em jejum e a levá-lo ao médico para que lhe fosse feita, entre outros exames, a prova de tolerância à glicose oral (PTGO). Esta prova, cujo objectivo é a detecção da resistência à insulina, consiste no doseamento laboratorial da glicémia com várias colheitas de sangue: a primeira em jejum e as seguintes passadas sucessivas meias horas após a ingestão de uma solução de glicose.

A diabetes resulta de uma combinação de suscetibilidade genética e factores ambientais, como actividade física reduzida e consumo regular  e excessivo de alimentos com uma elevada densidade calórica. O Sebastião parecia ter a combinação propícia à diabetes. Acabo, porém, de saber que, felizmente, ele não é diabético. Mas foi avisado também pelo médico que pode ficar com essa doença se não mudar o seu estilo de vida. Oxalá os familiares ajudem...

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Numa frigideira coloque o azeite e os alhos picados até estes começarem a fritar. Junte a couve, a cenoura e um pouco de sal. Deixe cozinhar cerca de oito minutos mexendo com frequência (se gostar da couve mais cozida deixe cozinhar mais tempo). Está pronto! 

Acompanhei com bifinhos de peru grelhados, temperados com pimenta, pouquíssimo sal, mas com muito sumo de limão. 

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Experimentem!

O segredo de cozinhar bróculos verdes e nutritivos

Do livro "A cozinha é um laboratório" (Fonte da Palavra, 2009) transcrevo alguns conselhos para bem cozinhar os brócolos evitando, dentro do possível, perdas de nutrientes e o desenvolvimento de cores e aromas indesejáveis: "Corte-os apenas na altura de serem introduzidos na água quente. Além de os cortar em pedaços, dê um golpe longitudinal nos pedúnculos. Estes cortes têm como objectivo acelerar a cozedura, dado aumentarem a área de exposição à água quente. Adicione os brócolos à água a ferver, com o lume no máximo. Para minimizar a perda de nutrientes e ter a melhor cor final, não use muita água, nem pouca... no meio é que está a virtude! Deixe o recipiente destapado nos primeiros minutos. Cozinhe-os durante apenas cerca de 5 minutos (ficam mais estaladiços e com uma cor mais bonita). Se não os for consumir logo, passe-os por água muito fria mal sejam tirados do lume, para parar todo o processo. Como melhor alternativa, coza os brócolos em vapor. O resultado será ainda melh…