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NUTRIGENÉTICA: O sucesso da dieta está no ADN

Graças ao Projecto Genoma Humano concluído em 2003 e aos avanços recentes da análise do ADN é possível hoje prever algumas das doenças que podemos contrair permitindo aos médicos tomar as medidas mais eficazes para reduzir ou eliminar o respectivo risco. A chave de quase todas as doenças crónicas reside nos genes e na sua interacção com factores ambientais como estilo de vida, que inclui a alimentação. De facto, os especialistas em genética e nutrição já começaram a investigar a forma como os alimentos podem activar ou desactivar  genes específicos e também o modo como a alimentação pode compensar certos problemas fisiológicos resultantes de mutações genéticas. Mas a ideia das análises genéticas não é nova. O teste do pezinho, por exemplo, que se faz hoje rotineiramente  aos bebés recém-nascidos, e remonta ao ano de 1963, é uma prova genética para um transtorno metabólico relacionado com o aminoácido fenilalanina, que se denomina fenilcetonúria.

Os teste genéticos da obesidade estão a permitir conhecer melhor as pessoas com predisposição para desenvolver obesidade orientando a intervenção alimentar e de exercício físico mais eficaz. Saber para cada pessoa se existe ou não um certo grupo de "genes de poupança de energia" permite conhecer a tendência para acumular gordura com a ingestão de hidratos de carbono, por exemplo, ou a eficácia do exercício físico ou ainda a maior ou menor resposta a fármacos disponíveis para tratar a obesidade. De facto, o resultado de testes genéticos permite seleccionar, para cada doente, a intervenção dietética com maior probabilidade de sucesso.

A análise genética é uma nova estratégia no combate à obesidade que já está disponível!

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Leite sem lactose não é para diabéticos

Ontem de tarde, durante a consulta de atendimento a diabéticos, um dos utentes pôs-me a questão se o leite sem lactose seria o melhor para os diabéticos. A dúvida faz todo o sentido uma vez que a lactose é o açúcar natural do leite. No entanto, este leite foi criado para pessoas intolerantes à lactose, que não digerem bem o leite por deficiente produção de lactase, a enzima necessária ao desdobramento da lactose.

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COUVE LOMBARDA SALTEADA

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Depois de lavar a couve, corte-a em juliana. Descasque e rale a cenoura. 
Numa frigideira coloque o azeite e os alhos picados até estes começarem a fritar. Junte a couve, a cenoura e um pouco de sal. Deixe cozinhar cerca de oito minutos mexendo com frequência (se gostar da couve mais cozida deixe cozinhar mais tempo). Está pronto! 

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Esta couve também fica bem a acompanhar qualquer tipo de peixe.
Experimentem!

O segredo de cozinhar bróculos verdes e nutritivos

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