Pular para o conteúdo principal

Baixos níveis de vitamina D estão associados à depressão


Um novo estudo ajuda a esclarecer resultados contraditórios sobre a relação entre a vitamina e a condição psicológica. Psiquiatras do UT Southwestern Medical Center que trabalham junto com o Cooper Center Longitudinal Study, nos Estados Unidos, apontam para que baixos níveis de vitamina D estejam associados à depressão.

No presente estudo, publicado na Mayo Clinic Proceedings, os investigadores descobriram que baixos níveis de vitamina D estão associados a sintomas depressivos, principalmente em pessoas com história de depressão. Estes achados sugerem que os pacientes dos cuidados de saúde primários com um histórico de depressão podem ser alvo importante para a avaliação dos níveis de vitamina DO estudo não relatou se o aumento dos níveis de vitamina D reduziu os sintomas depressivos, pelo que Sherwood Brown, professor de Psiquiatria e autor sénior do estudo, afirmou que "as nossas descobertas sugerem que a triagem para os níveis de vitamina D nos pacientes deprimidos (e talvez de triagem para depressão nas pessoas com níveis baixos de vitamina D) podem ser úteis. Mas ainda não temos informações suficientes para recomendar suplementos".
Falta ainda perceber se o nível baixo de vitamina D contribui para os sintomas de depressão ou se a depressão em si contribui para diminuir os níveis de vitamina D, ou o modo como isso acontece quimicamente. Mas a vitamina D pode afetar os neurotransmissores, os marcadores inflamatórios e outros fatores, o que ajuda a explicar a relação com a depressão, disse Brown, que lidera o programa de pesquisa psiconeuroendócrina da UT Southwestern.
Os níveis de vitamina D são agora comumente testados durante a rotina de exames físicos, sendo já são aceites como fatores de risco para uma série de outros problemas médicos: doenças auto-imunes, doenças cardíacas e vasculares, doenças infecciosas, osteoporose, obesidade, diabetes, determinados tipos de cancro e distúrbios neurológicos, como o Alzheimer, o Parkinson, a esclerose múltipla e o declínio cognitivo geral.
Fonte
http://www.isaude.net


Brevemente um post sobre as necessidades diárias de vitamina D. Não perca!
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Leite sem lactose não é para diabéticos

Ontem de tarde, durante a consulta de atendimento a diabéticos, um dos utentes pôs-me a questão se o leite sem lactose seria o melhor para os diabéticos. A dúvida faz todo o sentido uma vez que a lactose é o açúcar natural do leite. No entanto, este leite foi criado para pessoas intolerantes à lactose, que não digerem bem o leite por deficiente produção de lactase, a enzima necessária ao desdobramento da lactose.

Então porque é que é que o leite com 0% lactose não é bom para diabéticos?

A lactose é um hidrato de carbono complexo (dissacárido) formada por duas moléculas de hidratos de carbono simples, a glicose e a galactose (monossacáridos). O leite com 0% lactose não tem, de facto lactose, mas tem os seus constituintes, a glicose e a galactose, que são açúcares simples que fazem subir a glicémia (glicose no sangue) mais facilmente. Quem prova este leite não tem dúvidas: ele é mais doce e foi por isso que o referido doente estranhou e me apareceu com o pacote de leite sem lactose na mão…

COUVE LOMBARDA SALTEADA

Ontem para o jantar fiz couve lombarda salteada com bifinhos de peru grelhados.  É um prato super fácil de fazer que se prepara em 15 minutos.

INGREDIENTES (para quatro pessoas)
Meia couve lombarda
1 cenoura
2 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho
sal marinho q.b.

Depois de lavar a couve, corte-a em juliana. Descasque e rale a cenoura. 
Numa frigideira coloque o azeite e os alhos picados até estes começarem a fritar. Junte a couve, a cenoura e um pouco de sal. Deixe cozinhar cerca de oito minutos mexendo com frequência (se gostar da couve mais cozida deixe cozinhar mais tempo). Está pronto! 

Acompanhei com bifinhos de peru grelhados, temperados com pimenta, pouquíssimo sal, mas com muito sumo de limão. 

Esta couve também fica bem a acompanhar qualquer tipo de peixe.
Experimentem!

O segredo de cozinhar bróculos verdes e nutritivos

Do livro "A cozinha é um laboratório" (Fonte da Palavra, 2009) transcrevo alguns conselhos para bem cozinhar os brócolos evitando, dentro do possível, perdas de nutrientes e o desenvolvimento de cores e aromas indesejáveis: "Corte-os apenas na altura de serem introduzidos na água quente. Além de os cortar em pedaços, dê um golpe longitudinal nos pedúnculos. Estes cortes têm como objectivo acelerar a cozedura, dado aumentarem a área de exposição à água quente. Adicione os brócolos à água a ferver, com o lume no máximo. Para minimizar a perda de nutrientes e ter a melhor cor final, não use muita água, nem pouca... no meio é que está a virtude! Deixe o recipiente destapado nos primeiros minutos. Cozinhe-os durante apenas cerca de 5 minutos (ficam mais estaladiços e com uma cor mais bonita). Se não os for consumir logo, passe-os por água muito fria mal sejam tirados do lume, para parar todo o processo. Como melhor alternativa, coza os brócolos em vapor. O resultado será ainda melh…