E DEPOIS DA FESTA


O sempre interessante suplemento "Salud y bienestar" do jornal espanhol "El Pais" traz no sábado passado um artigo de Elena Sevillano intitulado "Entrenar el intestino". Pela sua relevância e actualidade traduzi a caixa intitulada "Regulacion posfiestas":
"Que levante o braço quem não teve nenhuma dor de estômago por indigestão ou má digestão, durante este Natal. Parabéns para quem levantou! Para o resto das pessoas, ou seja, para a maioria, a nutricionista Marta Olmos recomenda considerar o período das festas como um parêntesis na rotina, que valeu a pena gozar com calma e algum relaxe, embora ciente do que se deve comer e conhecendo quais são os limites. "As dietas mais permissivas em situações especiais como esta são aquelas que funcionam melhor, pois as dietas demasiado restritivas acabam por saturar", lembra. Uma vez concluído o período excepcional, deve-se retomar o mais rapidamente possível "os ritmos e as refeições normais", aconselha. "O desconforto digestivo, dilatações, gases, ocorrem nos períodos de maior ingestão e esses dias de celebrações com grandes refeições poderão de facto ter alterado os hábitos intestinais", afirma.

Para pôr o organismo de volta ao normal, é preciso abandonar as iguarias do Natal. É preciso voltar à fruta, às saladas e aos legumes. À actividade física, à água abundante, à fibra, aos leites fermentados, ao bifidus.

Se o Natal tiver originado obstipação, não há razão para ficar em stress, mas é preciso dedicar tempo suficiente para ir à casa de banho, todos os dias e a horas certas. "Depois de uma desordem total, o simples facto de voltar ao ritmo normal pode ser suficiente." Pelo contrário, "as dietas ditas depurativas são um erro", diz a nutricionista Olmos."
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