Emagrecer é...

Saber ler os rótulos dos alimentos

A rotulagem dos alimentos é fonte de informação alimentar e nutricional que permite ao consumidor fazer escolhas de acordo com um padrão alimentar saudável. No entanto, os rótulos, para a maioria dos consumidores, são muitas vezes de difícil interpretação. Na rubrica "Emagrecer é..." de hoje espero contribuir para que todos fiquem mais bem esclarecidos.

Os alimentos pré-embalados obedecem a normas europeias de rotulagem. Deste modo, é obrigatório que o rótulo contenha:
  • Denominação de venda. É a designação do produto ou o seu nome, por exemplo, "iogurte natural", "manteiga", "farinha láctea". Este ítem deve ainda incluir o estado físico do produto e/ou tratamento a que tenha sido sujeito, por exemplo, "em pó", "liofilizado", "ultracongelado", "fumado", sempre que a sua omissão seja susceptível de gerar confusão.
  • Lista dos ingredientes. Deve ser apresentada por ordem decrescente de quantidades. Não é exigida a indicação dos ingredientes em produtos como frutas, produtos hortícolas frescos, águas gaseificadas, vinagres de fermentação, queijos, manteiga, leite, natas fermentadas e nos produtos constituídos por um único ingrediente.
  • Quantidade líquida. Deve figurar em unidades de volume no caso dos líquidos e em unidades de massa nos restantes produtos. Estão previstas disposições especiais para alimentos vendidos à unidade (por exemplo: os ovos).
  • Data de durabilidade mínima. A data consiste no dia, mês e ano salvo no caso de alimentos de durabilidade inferior a três meses (em que bastam o dia e o mês), dos alimentos com uma durabilidade máxima de 18 meses (bastam o mês e o ano) ou com uma durabilidade superior a 18 meses meses (basta o ano). A durabilidade não é exigida para alguns produtos, como a fruta, o sal, o vinho, etc.
Fonte da informação aqui.
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