sábado, 27 de dezembro de 2008

Nutricionista - Vídeo APN


A Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) realizou um vídeo sobre as áreas de intervenção de um nutricionista e sobre a própria APN que foi apresentado durante o seu congresso anual. O vídeo está agora disponível no youtube e pode ser visto em: http://br.youtube.com/watch?v=eobbA4WfX8U

Imagem:http://www.hoteliernews.com.br/site/imagens/noticias/Patr%C3%ADcia%20Soares.jpg

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

ROUPA VELHA


Nos dias a seguir à véspera de Natal, um dos pratos mais típicos e mais apreciados na gastronomia portuguesa é a "roupa velha" de bacalhau. Faz-se com os restos do bacalhau, das batatas, das couves e outros legumes, e dos ovos da consoada. E é muito fácil fazer: basta colocar numa frigideira, com um fio de bom azeite (extravirgem), uns dentes de alho, sal, pimenta e alguma erva aromática q.b. (não abusar do sal porque já tinha sido posto antes) e mexer tudo em lume brando...

Assim não se desperdiça um peixe que tem alto valor nutritivo (ver informação nutricional aqui), sendo fonte dos salutares ácidos gordos omega 3.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

FESTA É FESTA


Faz-me impressão ver tantos jornais e revistas, nesta época, com conselhos para "passar um Natal com menos calorias". O Natal é tempo de festa e devemos vivê-lo de acordo com as nossas melhores tradições gastronómicas. Isto é, à mesa não podem faltar rabanadas, filhoses, fritos de abóbora, velhoses, broínhas, aletria, arroz doce, mexidos, formigos, azevias, sonhos, cuscurões,... sem esquecer o bolo-rei. Dias de festa são dias de fartura à mesa. Não se preocupe demasiado com a balança, porque não são os excessos cometidos em dois ou três dias que são responsáveis por aumento significativo e sustentado de peso. Porque como diz um amigo meu "o problema não está naquilo que se come entre o Natal e o Ano Novo, mas sim no que se come entre o Ano Novo e o Natal!"

Desejo Festas Felizes a todos os internautas visitantes deste blogue.
Ana Carvalhas

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Somos o que comemos ou comemos o que somos?


Somos o que comemos ou comemos o que somos?

O Dr. Gonçalo Cordeiro Ferreira, pediatra do Hospital Dona Estefânia (Lisboa), responde a esta e outras questões numa entrevista concedida ao jornal "Notícias Médicas", da qual transcrevo uma parte:

"Há mais perguntas do que respostas, mas é um pouco das duas coisas."

Recuando no tempo, o pediatra lembrou que o ser humano resulta de processos lentos de adaptação genética.

"Durante muito tempo fomos o que comemos porque, dependendo da alimentação, fomos modificando a nossa estrutura dentária e aumentando a nossa capacidade cerebral. A partir do desenvolvimento da agricultuira, passou a haver menos alterações genéticas, com algumas excepções. Por exemplo, no que respeita à lactase, houve uma alteração que nos permitiu digerir o leite, ao contrário do que acontece nos animais, que perdem essa capacidade após o desmame. De resto, ficámos com uma estrutura genética muito semelhante à do caçador-recolector, que tinha uma dieta completamente diferente, mais variada, à base de carne, com muito pouca gordura e alguns hidratos de carbono. "

Hoje em dia, é essa estrutura genética antiga que determina as nossas preferências.

"Os bebés estão condicionados para gostarem do doce e do energeticamente denso, precisamente para sobreviverem em momentos de escassez de energia, e para rejeitarem o amargo, que apresenta algum risco. Inatamente, os bebés aceitam o doce e rejeitam o amargo."

Se o genoma não evoluiu por aí além, o ambiente mudou imenso.

"Há uma grande desadequação do genoma ao ambiente. O homem está a restringir a sua alimentação ao que lhe dá mais energia, sem se adaptar ao ambiente em que vive e às suas actuais necessidades. No futuro os resultados poderão ser dramáticos."

Fonte: Notícias Médicas, 12/11/08
Imagem: http://images.teamsugar.com/files/users/1/15259/46_2007/fastfood2.jpg

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Porque é que o sal faz subir a tensão arterial ?


Resumo de uma comunicação que apresentei num Workshop sobre alimentação e hipertensão arterial:

Considera-se que um indivíduo tem hipertensão arterial (HTA) quando apresenta valores da tensão máxima (pressão sistólica) superiores a 140 milímetros de mercúrio ou valores da tensão mínima (pressão diastólica) acima de 90 milímetros de mercúrio. No entanto, há factores que podem, pontualmente, alterar ou fazer variar a tensão, pelo que deve ser feita a média de duas ou mais leituras, antes de se extrair uma conclusão.

Porque é que a ingestão de sal faz subir a tensão arterial?

A água assegura, aproximadamente, 60 por cento do peso corporal e localiza-se em três compartimentos: vasos sanguíneos e coração (plasma) – oito por cento; interior das células (fluido intracelular) – 67 por cento; e espaços entre células (fluido intersticial) – 25 por cento.

Se o sangue se tornar salgado após uma refeição, o equilíbrio entre estes três compartimentos de água está alterado. A água desloca-se por osmose do fluido intersticial para o sangue com o objectivo de neutralizar o excesso de sal. Deste modo, o fluido intersticial perde parte da sua água, fica salgado e retira, por osmose, água do fluido intracelular.

Para evitar a desidratação das células o organismo possui mecanismos que fazem com que sintamos sede quando o sal aumenta no sangue de apenas um por cento. E sentimos sede, quando ingerimos um alimento salgado, em dois momentos distintos: no primeiro, as células detectoras de sal que existem na boca, garganta e esófago fazem-nos sentir sede, ainda antes de o sal ter sido absorvido nos intestinos. Trata-se de um mecanismo que assegura que a água e o sal são ingeridos simultaneamente. Uma ou duas horas depois, quando temos sede novamente, é porque o cérebro detecta um nível elevado de sal no sangue, após todos os alimentos e água terem sido absorvidos A ingestão de água restaura o desequilíbrio salino provocado pelos alimentos salgados e protege as células nervosas da desidratação. Em consequência da ingestão de grande quantidade de líquido sentimo-nos “inchados”, e há maior risco de aumento da tensão arterial. Isto acontece porque, sempre que um fluido é adicionado a um circuito fechado (como a nossa corrente sanguínea), a pressão desse fluido tem necessariamente de aumentar.

Os chamados indivíduos “sensíveis ao sal”, cerca de 30 a 60 por cento dos doentes com HTA, apresentam maior predisposição ao desenvolvimento desta patologia devido a ingestão salina. Embora existam outras causas para a HTA, os epidemiologistas atribuem boa parte da sua prevalência ao excesso de peso (gordura abdominal), à alimentação e ao estilo de vida.

Prevenção da HTA

Para prevenir ou ajudar a tratar a HTA, deve-se reduzir a ingestão de sal (deve ser dada especial atenção aos alimentos processados, que chegam a fornecer cerca de 70 por cento do sal consumido), aumentar a ingestão de alimentos que contenham potássio, vitamina C e cálcio (que incluem cereais, frutos, hortaliças, leguminosas e frutos secos). Deve ainda manter-se o peso dentro dos limites saudáveis, evitar o álcool, controlar o “stress” e praticar exercício aeróbico moderado e regular (por exemplo, fazer caminhadas diárias).

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

PARABÉNS OSCAR NIEMEYER !


Oscar Niemeyer, o famoso arquitecto brasileiro que "declarou guerra" ao ângulo recto, completou ontem (15 de Dezembro) 101 anos. Considerado o arquitecto mais prolífico do mundo, com mais de mil projectos espalhados pelo globo, desenhou centros culturais, museus, bibliotecas, jardins zoológicos, parques aquáticos, edifícios ministeriais, igrejas, catedrais, mesquitas, universidades, casinos, estádios de futebol, sedes de partidos políticos, teatros, balneários e até sambódromos (os do Rio e de S.Paulo são obra sua) ao longo de mais de setenta anos de trabalho. E continua a trabalhar...

Tem paixão pela vida, "dessa vida fantástica dentro da qual somos tão insignificantes", e minimiza a sua obra: "o importante não é o meu trabalho, mas a vida, o contacto com os amigos, a recordação dos tempos vividos, conservar e saber apreciar as qualidades do outro... Isso não é muito habitual hoje em dia, pois não?"

Oscar Niemeyer, com 101 anos, gosta de feijão com frango, bebe vinho tinto todos os dias às refeições e fuma cigarrilhas enviadas pelo seu amigo Fidel Castro.

O brasileiro Jair Valera, um outro seu amigo do peito, provavelmente a pessoa que melhor o conhece, retrata-o assim: "Oscar já não é um arquitecto, é um mito, um símbolo deste país..."

Parabéns Oscar Niemeyer! Desejo-lhe muitos anos de vida.

Fonte: El País Semanal, 05/12/08

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Gwyneth Paltrow - A Nova Gurú da Cozinha Saudável


Gwyneth Paltrow, a actriz que ganhou um Oscar em 1997 pelo seu papel no filme Shakespeare in Love, tem um sítio na net, www.goop.com, em que partilha com a sua legião de fãs algumas receitas saudáveis. Os pratos que propõe vão desde uma tarte de gelado de abóbora a um pequeno-almoço para pessoas que não comem ou não podem comer ovos, trigo ou produtos lácteos. Segundo a actriz, as receitas que coloca semanalmente na Net devem cumprir três requisitos : "serem fáceis, deliciosos e saudáveis". Para isso reforça a importância dos alimentos biológicos, faz versões de receitas de cozinheiros internacionais usando menos açúcar e explica as vantagens de utilização de farinha de trigo integral em relação à farinha branca muito refinada.

Fonte: El País, 12/12/08

domingo, 14 de dezembro de 2008

POBRES INGLESES !

No Soweto (África do Sul), apesar da pobreza (estampada na imagem) come-se melhor do que num dos países mais ricos do mundo. Quem o diz é conhecido chef inglês Jamie Oliver. As frases dele que transcrevo servem de alerta para todos nós. Estamos também a perder as nossas melhores tradições.

"Oitenta por cento dos ingleses não se senta à mesa para o jantar."

"Perdemos as nossas tradições."

"A Inglaterra é um dos países mais ricos do mundo. As pessoas têm televisões enormes - muito maiores do que a minha - o último modelo de telemóvel, carros e mesmo assim vão para os bares ao fim-de-semana para se embebedarem. "

"A sua pobreza (dos ingleses) vê-se no modo como se alimentam."

"Vi mais pobreza na comida de muitas casas inglesas do que à mesa dos que vivem em favelas no Soweto, em África."

Fontes: http://news.bbc.co.uk/;
"El País Semanal"

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Abordagens Complementares no Tratamento do Cancro


Em entrevista ao jornal Notícias Médicas o clínico francês David Servan-Shreiber (DSS)(na imagem), autor do livro "AntiCancro: Um novo estilo de vida", (Caderno,2008) defende que se devem integrar abordagens complementares no tratamento do cancro:
"Alimentação "anti-cancro" e actividade física devem se integrados nos tratamentos convencionais."
Segundo DSS cada doente pode ajudar-se a si próprio e procurar mais informação sobre as abordagens complementares no tratamento do cancro para lá dos tratamentos convencionais:
"Um inquérito de opinião recente feito em França mostra que setenta por cento dos doentes desejam mais informação sobre as abordagens complementares no tratamento do cancro. Está na altura de nós, médicos, falarmos entre nós para passarmos mensagens claras: não se trata de substituir a quimioterapia por tisanas, mas de integrar as abordagens complementares, cujos benefícios estão provados nos nossos programas de cuidados."
As limitações da aplicação destas abordagens complementares nos programas de tratamento, segundo DSS, são:
"As abordagens que apresento não se podem patentear e não trazem dinheiro a ninguém. Ninguém está "contra" os brócolos, o jogging ou o ioga, mas nenhuma companhia (farmacêutica) vai convidar oitenta oncologistas para um fim-de-semana num hotel de luxo com campo de golfe para lhes explicar que isso pode reduzir em sessenta e oito por cento a mortalidade por cancro de mama no estadio II em onze anos, como acaba de demonstrar um estudo americano publicado na revista "Cancer" em Novembro deste ano.

Fonte Imagem: http://blog-on-en-parle.lci.fr/article-19700031.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

PARABÉNS MANOEL DE OLIVEIRA !

O cineasta português Manoel de Oliveira comemora hoje cem anos. Muitos parabéns!

E, lembrando o papel da sopa para se chegar aos cem, transcrevo um passo da entrevista que deu à revista "Pública" de domingo passado:

"P- Dá importância à gastronomia? Qual é o seu prato preferido?

MO- Como sopa, de legumes. Porque um cientista, que fez um exame à nutrição dos americanos que deixaram de comer sopa às refeições, declarou que se eles retomassem a sopa diminuiriam o cancro em mais do que 50 por cento. Também gosto de sopa de peixe...

P- E gosta de tripas à moda do Porto?

MO- Também gosto. É saudável."

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Baixar o colesterol


Resumo de uma comunicação que apresentei sobre o colesterol:

O colesterol é um composto vital que é sintetizado maioritariamente pelo fígado e que entra na produção de algumas hormonas, ácidos biliares, vitamina D, além de ser um componente integral das membranas celulares. O colesterol é indispensável ao funcionamento do nosso organismo, sendo o seu nível no sangue regulado com grande rigor. O fígado e até o intestino chegam a produzi-lo quando a alimentação não o fornece em quantidade suficiente.

É insolúvel na água e, por isso, insolúvel no sangue, de modo que, para ser transportado, o organismo tem de o “empacotar” dentro de partículas esféricas proteicas chamadas lipoproteínas. De acordo com a sua densidade, as lipoproteínas podem ser de muito baixa densidade - Very Low Density Lipoproteins (VLDL) -, de baixa densidade - Low Density Lipoproteins (LDL) - e de alta densidade – Hight Density Lipoproteins (HDL) -, que são as mais pequenas, as mais pesadas e as menos gordas.


Em média, cerca de dois terços do colesterol do sangue surge na forma de LDL. Os riscos de arterosclerose, de doença coronária e de enfarte do miocárdio aumentam com a elevação dos respectivo nível, uma vez que esse colesterol se deposita no interior das artérias formando placas. Quando tal acontece, o HDL capta o LDL e tranporta-o até ao fígado, onde é convertido em sais biliares que são eliminados através do trato intestinal. Daí a importância da existência de bons níveis de HDL, o chamado “bom colesterol".

Baixar o colesterol

Em algumas pessoas, os níveis elevados do LDL são o reflexo directo da quantidade de gordura ingerida na alimentação, pelo que uma boa dieta é decisiva para uma boa saúde cardiovascular. Noutras pessoas, esses níveis elevados são resultado da grande quantidade do colesterol produzida pelo fígado, pelo que é necessário nesse caso recorrer a medicação apropriada. Como somos todos diferentes e não existe um meio simples de verificar como cada um reage à gordura e ao colesterol alimentares, a opção mais segura e benéfica para todos consiste em limitar o consumo de alimentos gordos. Em particular, devem ser evitados alimentos com gordura saturada, como carnes vermelhas, margarina e manteiga, e alimentos com gordura hidrogenada, como as margarinas vegetais, bolachas, bolos, etc., porque estimulam a produção de LDL no organismo.

Alimentos anti-colesterol

Fazem parte do grupo de alimentos anti-colesterol todos os que possuem quantidade consideráveis de vitamina C (quivi, citrinos, morangos, salsa, etc.), beta-caroteno (todas as frutas e legumes de polpa cor-de-laranja), vitamina E (frutos secos, nozes, sementes, grãos e gérmen trigo, azeite, etc.), coenzima Q10 (sardinha, cavala, etc.) e alimentos com alto teor de ácidos gordos monoinsaturados(azeite, banha de porco, amêndoas, abacate, etc.).

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Se pisar alguém, dói


Li recentemente na revista Tabu o interessante testemunho de Luís Santos, um ex-obeso, que passo a transcrever:
"Aos 13 anos já tinha 1,78 m e pesava mais de 90 quilos. Era a delícia dos meus pais e dos meus avós eu comer (a partir dos 12 anos) em bandejas - uma bandeja para a carne ou o peixe, outra para a batata e o arroz. Achavam que estava com falta de fome quando só comia três bifes... Na nossa casa, com quatro filhos entre os oito e os quinze anos, e quatro adultos, os meus pais e avós, consumiam-se 180 carcaças por dia. Para mim era normal comer assim. Só percebi que não era quando contactei mais com outros miúdos - notei as minhas limitações e sofri um pouco na escola. Fiz desporto, mas parei quando comecei a trabalhar por turnos. Resultado: em dois anos passei dos 95/100 para os 150 quilos... E não me custava porque tinha mais de 1,90 m e estrutura física para aguentar o aumento de peso. Até aos 30 anos não me preocupei com os 50 quilos que tinha a mais. A partir dos 34 comecei a ter sustos: tensão arterial de 270/220, prestes a fazer um AVC (acidente vascular cerebral), tonturas cansaço, dores articulares, vida sexual o mais reduzida possível porque a capacidade é pouca. Tinha de entrar de lado na casa de banho do serviço; no autocarro ia de pé porque não cabia nos bancos; não havia roupa que me servisse... Há três anos , aos 39, fiz um bypass gástrico. Pesava 156 quilos, mas antes tinha chegado aos 164. Em casa como a minha mulher pôs uma banda gástrica há quatro anos, eu e os meus dois filhos fomos solidários: alterámos os hábitos alimentares. Começamos sempre a refeição pela sopa, comemos mais vegetais e peixe, a televisão fica desligada e aproveitamos aquele bocadinho para conversar. A mercearia que antes dava para um mês agora dá para três. Foi um sucesso que envolveu a família - os miúdos e até os cães estão mais magros! Como tenho menos peso mexo-me melhor, vou à rua, jogo à bola com os miúdos, passeio os cães... O meu objectivo é manter os 100 quilos, assim sinto-me confortável e não me canso com facilidade. Mas neste momento peso 108 quilos. Se pisar alguém, dói."
O mais interessante deste relato e que gostaria de realçar para exemplo de todos é que a simples mudança de hábitos alimentares é suficiente para ver o peso diminuir. Iniciar o almoço e o jantar com um prato de sopa parece um acto sem efeito, mas, na realidade, faz emagrecer. A razão é simples: o valor calórico total da refeição diminui porque um prato de sopa de legumes (sem carne), normalmente baixo em calorias, deixa-nos meio saciados, pelo que já não comemos tanto do segundo prato, que tem maior densidade calórica. Esta redução energética de forma continuada permite perder massa gorda sem passar fome e sem pensar em dietas. Experimente!

Fonte: "Tabu" de 29/11/2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Europacolon Portugal

A Europacolon Portugal é uma associação de luta contra o cancro do intestino fundada em 2006, que faz parte da organização europeia Europacolon. O objectivo desta associação é diminuir o número de mortes por cancro colo-rectal e dar apoio aos que sofrem da doença, melhorando a sua qualidade de vida.

Informação recebida da Europacolon Portugal:

Inauguramos no nosso sítio a secção de testemunhos e convidamos todos os que nos visitam a consultá-la. O primeiro testemunho, que anexamos, é de um paciente bem sucedido na luta contra o cancro colo-rectal, que nos transmite a sua experiência pessoal e também uma mensagem de esperança e de poder acreditar que se pode vencer esta patologia.

Veja este testemunho aqui.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CHANKO-NABE: O Pequeno-Almoço dos Gigantes


O chanko-nabe é um estufado japonês de legumes variados, massa chinesa, carne de vaca, peixe ou marisco e tofu, que é servido ao pequeno-almoço dos lutadores de sumo. A alimentação destes atletas tem como objectivo principal fazê-los ganhar peso, pelo que o chako-nabe é servido em grandes quantidades e acompanhado de arroz e cerveja para aumentar, ainda mais, o valor calórico da refeição. Manda a tradição que o chanko-nabe seja preparado por lutadores juniores. Caso não satisfaça o paladar dos veteranos, estes deitam o prato e a panela fora.