domingo, 31 de agosto de 2008

ANTI CANCRO - Um novo estilo de vida

David Servan-Schreiber é médico, investigador e autor do livro "Anti Cancro - Um novo estilo de vida" (Caderno, Agosto 2008). O livro revela as mais recentes descobertas para a prevenção e tratamento do cancro, e dedica um longo capítulo (capítulo 8) aos alimentos.
Ele próprio atingido por um cancro há quinze anos, descreve o seu confronto com a doença e como a superou. Começa assim a introdução:
"Existe um cancro adormecido em todos nós. À semelhaça de todos os seres vivos, o nosso organismo produz constantemente células defeituosas. É assim que surgem os tumores. Mas o nosso organismo também está equipado com mecanismos que detectam e controlam essas células. No Ocidente, uma pessoa em cada quatro morrerá de cancro, mas três em cada quatro não morrerão. Os seus mecanismo de defesa entrarão em acção, e elas morrerão devido a outras causas."

Através de resultados positivos provados científicamente, o autor defende que através de hábitos de vida saudável, podemos aumentar as defesas naturais e assim prevenir o cancro ou melhorar a eficácia dos tratamentos e prolongar a vida.
"(...) Todas as investigações sobre o cancro são unânimes: os factores genéticos contribuem, no máximo, em 15% das mortes por cancro. Em resumo, a fatalidade genética não existe. Podemos aprender a proteger-nos.
Deve ficar desde já esclarecido que, actualmente, não existe qualquer método alternativo para curar o cancro. É completamente insensato tentar curar esta doença sem recorrer aos melhores métodos da medicina convencional ocidental: a cirurgia, a quimioterapia, a radioterapia, a imunoterapia e, em breve, a genética molecular.
Do mesmo modo, é completamente insensato confiar apenas nesta abordagem puramente técnica e menosprezar a capacidade do nosso organismo de se proteger de tumores. Podemos tirar partido desta protecção natural tanto para prevenir a doença como para aumentar os benefícios dos tratamentos. "

"Em suma, as estatísticas que nos apresentam sobre a sobrevivência ao cancro não fazem distinção entre as pessoas que se contentam em aceitar o veredicto médico e aquelas que mobilizam as suas próprias defesas naturais. Dentro da mesma «média», incluem-se aqueles que continuam a fumar, a expor-se a outras substâncias cancerígenas, que fazem uma alimentação tipicamente ocidental - um fertilizante para o cancro, como teremos oportunidade de verificar - que continuam a fragilizar o seu sistema imunitário com demasiado stresse e pouco controlo sobre as emoções, ou que se esquecem do próprio corpo privando-o de actividade física. E, dentro desta «média», há aqueles que vivem muito mais tempo. Isto deve-se, provavelmente, ao facto de terem galvanizado as suas defesas naturais ao mesmo tempo que eram submetidos a tratamentos convencionais. Encontraram harmonia graças a este simples quarteto: desintoxicação de substâncias cancerígenas, alimentação anti-cancro, actividade física adequada e busca de paz de espírito (...)
Nem sempre é uma decisão consciente que faz com que se opte por este caminho. Por vezes, é a própria doença que nos leva a ele. Em chinês, a ideia de «crise» é escrita com a combinação de dois caracteres: «perigo» e «oportunidade». O efeito ameaçador do cancro cega-nos; torna-se difícil para nós alcançar o seu potencial criativo. Em muitos aspectos, a minha doença mudou a minha vida para melhor, de uma maneira que eu nunca poderia ter imaginado quando pensava que estava condenado. Começou pouco depois do diagnóstico..."

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

AS DIETAS DE DESINTOXICAÇÃO SÃO PERIGOSAS


A prática de limpar o organismo das toxinas através do jejum e da privação total de grupos de alimentos durante um determinado período de tempo, foi uma moda que ganhou popularidade nos Estados Unidos há cerca de 40 anos. O principal objectivo de então era o de reduzir o risco de doenças, mas estas dietas acabaram por ganhar mais popularidade junto dos que queriam perder peso de uma forma rápida.

O problema é que a maioria das dietas de desintoxicação que prometem eliminar toxinas e "limpar" o organismo são inúteis e podem ser perigosas. Médicos da Universidade de Harvard, num artigo publicado na Harvard Health Letter, afirmam que "o corpo humano é capaz de se defender sozinho, e muito bem, das principais agressões do meio ambiente e das indulgências ocasionais" e alertam para os perigos das restrições alimentares prolongadas.

A revista brasileira "Veja", na sua edição 2072, publicou um artigo intitulado "Dieta-A moda agora é desintoxicar", assinado pela jornalista Anna Paula Bucalla, do qual transcrevo uma parte:
"Chá de efeito laxante, água morna com sal, limonada com pimenta e água mineral – litros e mais litros dela ao longo do dia. É a receita de uma das dietas de desintoxicação mais populares da atualidade, a Master Cleanse. Ao seu redor, orbitam outras dezenas de regimes alimentares amalucados que se propõem a eliminar as toxinas do corpo em prol da boa saúde – e da perda de peso, por que não? Do jejum à lavagem intestinal, agora elegantemente chamada de hidroterapia do cólon, a teoria por trás das dietas e métodos de desintoxicação é a de que, diariamente, inundamos o nosso organismo com substâncias tóxicas: corantes, conservantes, acidulantes, pesticidas e por aí vai. Igualmente tóxicos seriam os resíduos de carne vermelha, açúcar, farinhas brancas, derivados do leite e cafeína. Para eliminar esses "venenos" do corpo, só mesmo lançando mão das tais dietas desintoxicantes. Em uma delas, permitem-se apenas sucos, purês de vegetais e sopas sem nenhum sólido dentro. Em outra, prega-se um dia inteiro à base de cenoura crua. A seguinte se restringe ao consumo de maçãs. Algumas dietas excluem até grãos e vegetais aparentemente inofensivos. Esse cardápio hipocalórico e absolutamente pobre do ponto de vista nutricional pode se prolongar de poucos dias a mais de um mês, para desespero de médicos e nutricionistas."

Para ver o artigo na íntegra clique aqui.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Documentário da RTP sobre obesidade nomeado para o Prix Europa 2008


A Luz dos Meus Dias” é o título do documentário exibido em Março na RTP1, assinado por Anabela Saint-Maurice, que foi nomeado para o Prix Europa 2008, um destacado prémio internacional instituído pelo Conselho da Europa, para as melhores produções na área de televisão, rádio e dos novos média.

O documentário aborda a condição feminina no meio rural a partir da história de Ana Zé, uma jovem alentejana obesa que luta contra a sua doença e o estigma social.

Para ver um pequeno excerto do documentário clique aqui.

Fonte da Notícia:www.publico.clix.pt

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

FRASES SOLTAS EM DIETA...

"Frases Soltas em Dieta" é a nova rubrica deste blogue, que dará relevo a opiniões publicadas nos media, de pessoas de referência na área da alimentação/nutrição.

"Um esquema repartido por quatro ou cinco refeições diárias é habitualmente o que melhor se adequa ao estilo de vida actual. O que deve compor cada uma delas terá de ser necessariamente individualizado. Não há nada pior do que militarização de um regime alimentar."
Dr.José Pedro Lima-Reis, em resposta à pergunta: "Qual é o melhor esquema alimentar para as 24 horas?" (revista "Única", Maio 2008)

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O SEGREDO ESTÁ NO FRANGO


O jamaicano Usain Bolt, o fenómeno do atletismo nas Olimpíadas de Beijing que faz hoje 22 anos, mantém o seu impressionante físico de 1,93 m e 86 kg em excelente forma graças a uma dieta simples de alta energia. Toma seis refeições diárias, com 60% de proteínas, 30% de hidratos de carbono e 10% de gorduras. O alto teor de proteínas é assegurado pelo seu prato preferido: bifes de frango. Ele próprio descreve assim o que fez no dia em que bateu o recorde do mundo dos 100 m:

“I woke around 11am and decided to watch some TV and had some chicken nuggets.”

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

DEZ MIL CALORIAS POR DIA

Cerca de dez mil calorias é a energia que o nadador norte-americano necessita todos os dias na sua alimentação. Este valor corresponde a cinco vezes as necessidades de um homem normal com o seu porte físico (1,93 m de altura e 88 kg de peso). Mas o campeão olímpico de Pequim não é uma pessoa normal já que nada seis horas por dia seis dias por semana.

O seu pequeno almoço consiste de três sanduíches de ovos estrelados, queijo, alface, cebola, maionese, tomate, uma omelete, uma tigela de flocos de aveia, três fatias de torrada com açúcar e três panquecas com chocolate. Essa refeição contém 15% de proteínas, 50% de hidratos de carbono e 35% de gorduras. Só aí ingere cerca de 3000 calorias. Ao almoço come meio quilo de massa, duas grandes sanduíches de fiambre e queijo com maionese e bebidas energéticas. Ao jantar come mais meio quilo de massa com molho carbonara e uma pizza grande e, de novo, bebidas energéticas.

Ao leitor só posso aconselhar que não siga este modelo alimentar, a menos que queira nadar como ele!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Alimentação para pessoas com VIH


Uma alimentação cuidada que assegure uma boa nutrição é fundamental para que quem contraiu o vírus da imunodeficiência humana (VIH) possa ter uma esperança de vida mais prolongada. No entanto, é preciso ter em conta que quer o próprio VIH como os medicamentos utilizados no tratamento da doença, podem causar sérias dificuldades para alcançar este objectivo. A diarreia, por exemplo, o efeito secundário mais frequente da medicação contra a SIDA, afecta muito a absorção de nutrientes e leva invariavelmente a uma rápida perda de peso. Esta perda de peso é agravada pelo facto de haver maior necessidade de energia, o que acontece sempre que o organismo luta contra qualquer infecção, com redução da ingestão alimentar devida à perda de apetite natural quando se está doente. Deste modo, a saúde nutricional da pessoa infectada pode ficar seriamente comprometida.

Quando há perda de peso, esta pode ser devida a perda de gordura ou devida a perda de massa magra, como músculo, água e electrólitos. Se a perda de massa magra for excessiva, o equilibrio químico altera-se e o estado de desnutrição agrava-se. Instala-se um quadro caracterizado por perda de peso, atrofia muscular, fadiga, fraqueza e falta de apetite que se designa por caquexia ou, em inglês, "wasting syndrome".

O controlo da perda de peso é, então, a prioridade número um do tratamento dos doentes infectados com o VIH. Por este motivo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que indivíduos portadores do vírus consumam 10% mais de energia e que, os indivíduos com infecções oportunistas, aumentem o valor calórico das suas refeições em 20 a 30% para evitarem a perda de peso.

"Guidelines" Nutricionais para pessoas com VIH

* A primeira recomendação é comer mais. O aumento da massa muscular, ajudará a lutar contra o VIH. Muitas pessoas querem perder peso, mas para doentes infectados com o VIH pode ser perigoso.

* É importante assegurar o fornecimento adequado de macronutrientes como as proteínas, os amidos e as gorduras.

* As melhores fontes proteicas são o peixe, a carne, as leguminosas (feijão, grão, ervilhas, lentilhas, soja...), os lacticínios e os frutos secos como as nozes, amendoins, amêndoas, avelãs e cajús.
As proteínas ajudam a construir e a manter os músculos.

* Os amidos, ou hidratos de carbono complexos, são fornecidos pelos cereais, leguminosas, sementes, vegetais e frutas. Estes alimentos são também boas fontes de fibras, vitaminas e de outros nutrientes. Os alimentos que fornecem hidratos de carbono simples, como o açúcar, o mel, as compotas ou os xaropes, são fontes de energia rápida e também podem ser consumidos por estes doentes.
Os hidratos de carbono são nutrientes energéticos de excelência.

* As gorduras são precisas, dão energia extra, mas devem ser consumidas com moderação. As gorduras monoinsaturadas presentes no azeite, nos frutos secos, na carne de porco e no peixe, são as que se deve dar preferência. São consideradas gorduras "boas".
As gorduras saturadas presentes na carne de vaca, margarina e noutros produtos animais devem ser evitadas. São consideradas gorduras "más".

* Beber água ao longo do dia é importante para reduzir os efeitos colaterais dos medicamentos. Além disso a água ajuda a evitar a boca seca e a obstipação.
Não é demais lembrar que o café, o chá, o álcool, as colas e o chocolate podem ser prejudiciais, porque favorecem a desidratação.

* É importante estabelecer um programa de actividade física moderada todos os dias, como caminhar, por exemplo.
O exercício físico moderado ajuda a desenvolver os músculos.

* Pratique segurança alimentar. É muito importante proteger-se contra infecções que possam ser veiculadas pelos alimentos ou pela água:
Certifique-se que lava bem as mãos antes de preparar os alimentos e mantenha todos os utensílios e a cozinha bem limpos;
Lave bem todos os frutos e vegetais;
Abstenha-se de comer ovos ou carne crus ou mal cozinhados;
Mantenha as sobras no frigorífico por um período máximo de três dias;
Verifique a data de validade dos alimentos;
Se o seu abastecimento público de água não for totalmente seguro, prefira água engarrafada.

Os suplementos vitamínicos e de minerais podem ser uma boa ajuda no tratamento contra a SIDA. Ver mais em Fact Sheet 801.

Fonte das "guidelines" nutricionais para pessoas com VIH:http://www.thebody.com/content/living/art6083.html
Fonte da Imagem: http://andreiatorres.blogspot.com/2007/11/alimentao-e-transmisso-do-hiv.html

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O FACTOR JAPONÊS


Os ácidos gordos ómega-3 presentes no peixe e noutros alimentos marinhos que os japoneses consomem regularmente, são factor de protecção cardiovascular. Esta é a conclusão de uma investigação publicada em 05 de Agosto de 2008 no Journal of the American College of Cardiology (JACC).

Os investigadores verificaram, no primeiro estudo internacional do género, que os japoneses de meia idade que viviam no Japão tinham no sangue duas vezes mais ácidos gordos ómega-3 do que os japoneses que viviam nos Estados Unidos. Esta parece ser a explicação para os baixos índices de doenças cardiovasculares dos japoneses até porque estão em segundo lugar nos maiores consumidores de peixe do mundo com uma média anual de 67,4 Kg per capita. O primeiro lugar é da Islândia com 91 kg e Portugal vem em terceiro lugar com uma média de consumo anual de 59,3 Kg per capita.

Se anda à pesca de formas de reduzir o risco de doenças do coração, deve comer peixe todos os dias, para conseguir bons níveis sanguíneos de ácidos gordos omega-3 aqueles que alguém chamou o "factor japonês" de protecção cardiovascular, mas que também poderia ter sido chamado o "factor português".

Fonte da Imagem: http://japao100.abril.com.br/arquivo/qual-o-jeito-certo-de-comer-sushi/

domingo, 10 de agosto de 2008

UVAS PRETAS E O CANCRO DO PÂNCREAS

Investigadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, provaram que um antioxidante presente na casca das uvas pretas, o resveratrol, ajuda a destruir as células cancerígenas do pâncreas. O estudo liderado por Paul Okunieff, responsável pelo sector de Radiação Oncológica, no Centro médico daquela universidade, foi publicado na edição de Março do jornal Advances in Experimental Medicine and Biology.

O estudo mostrou também que, quando as células malignas do pâncreas são duplamente atacadas, isto é, pré-tratadas com o antioxidante resveratrol e irradiadas, essa combinação induz a apoptose, um tipo de morte celular que é o objectivo maior da terapia contra o cancro.

Para saber mais: http://www.medicalnewstoday.com/articles/101764.ph

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

LEI DE LAVOISIER

"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

FÍGADO GORDO NÃO ALCOÓLICO


O fígado gordo ou esteatose hepática é uma patologia que resulta da acumulação de gordura no fígado. É uma situação muito frequente nos indivíduos que sofrem de alcoolismo crónico, mas tem-se verificado um aumento significativo em indivíduos não bebedores, habitualmente obesos e/ou com dislipidémia. Esta doença prevalecente nos países industrializados passou a designar-se por Fígado Gordo Não Alcoólico (FGNA).

Em Portugal, a doença atinge 15% da população adulta e tem-se registado um aumento do número de casos em crianças.

Não se sabe exactamente qual a causa do FGNA, mas sabe-se que está associado à obesidade, à resistência à insulina, diabetes e dislipidémias (colesterol e trigliceridos aumentados). Se não for travada, existe o risco de progressão para esteatohepatite não alcoólica (EHNA), na qual se verifica inflamação e morte de células hepáticas. O passo seguinte é a evolução para cirrose hepática, considerada muito grave, que pode complicar-se até ao carcinoma hepatocelular.

É fácil concluir que é uma doença de excessos. Os hábitos alimentares industrializados, à base de alimentos leves, muito refinados, que saciam muito pouco mas que são hipercalóricos têm levado ao aumento do peso das pessoas. Este aumento de peso, está mais que provado, que atrapalha o funcionamento dos órgãos e apetece-me a comparação com os patos que são alimentados com uma quantidade tal de comida, que o fígado se torna gordo, para fazerem o famoso "Foie Gras".

Não existe tratamento específico para o FGNA, no entanto sabe-se que é uma situação reversível que passa pela alteração dos hábitos alimentares e do estilo de vida. Existe também a recomendação de tratar as doenças associadas como a obesidade, a diabetes e a dislipidemia.

Imagem:http://www.heapa.com/fattyliver.html

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Too thin to win?


O "Sunday Times" de 3 de Agosto passado coloca em título: "Is Barack Obama too thin to win the White House?" e em subtítulo
"'Skinny' Obama sees poll lead vanish in the land of the fat".

Será o aspecto físico determinante na próxima eleição presidencial americana? De facto Obama, ao contrário da generalidade da população (há dois terços com peso a mais e um terço de obesos), tem peso menor do que o recomendado para a sua altura. Pelo contrário, McCain tem peso a mais, estando mesmo o seu índice de massa corporal acima dos parâmetros recomendados. Obama faz questão de frequentar o ginásio diariamente, o que levou um repórter da Associated Press a interrogar-se se ele está a concorrer para presidente ou para Mr. Universe. Além disso, tem extremo cuidado com aquilo que come, recusando os pratos com demasiada gordura que fazem parte de gastronomias locais (há até quem diga que a sua recusa em comer bolo de chocolate numa visita a uma fábrica de chocolate durante a campanha das eleições primárias na Pensilvânia terá pesado no resultado eleitoral). Que diferença para Clinton (William e não Hillary) que adorava, durante as campanhas, ir comer ao McDonald's...

Neste momento os dois candidatos estão empatados nas sondagens. O desempate vai sem complicado, mas talvez não seja pelo índice de massa corporal...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Leite Materno com Sabor a ...


O leite materno é um alimento vivo, completo, natural e o mais adequado ao bebé desde o nascimento até aos 4/6 meses de idade. Da alimentação da mãe depende o sucesso do período que se segue, o da diversificação alimentar. Isto porque o que a mãe come durante o período da amamentação produz efeito instantâneo no sabor do leite materno. É isto que nos diz o estudo "Differential transfer of dietary flavour compouds into human breast milk" realizado por um grupo de investigadores da Universidade de Copenhaga na Dinamarca, Helene Hausner, Wender L.P. Bredie, Christian Mølgaard, Mikael Agerlin Petersen and Per Moller, publicado na revista científica Physiology and Behavior.
O leite materno proporciona as primeiras experiências do paladar, pelo que se podem criar hábitos de alimentos saudáveis se a mãe os consumir com regularidade durante a fase de amamentação.
Imagem: amamentacaoexclusiva.blogspot.com

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

COMPLICAÇÕES DA OBESIDADE

Esta imagem incluída no artigo "Management and prevention of obesity and its complications in children and adolescents", Jennifer A Batch and Louise A Baur, 2005, publicado no The Medical Journal of Australia (eMJA) resume todas as complicações que surgem na maior parte dos casos de excesso de gordura corporal e obesidade(clique na imagem para a aumentar).

O referido artigo pode ser visto na íntegra aqui.