A FOME POR DENTRO


Transcrevo uma pequena parte de um artigo publicado na revista Quo espanhola intitulado "Abre os olhos e fecha a boca." O texto dá-nos a conhecer, de uma forma muito simples, os mecanismos da fome.
"Não depende só do que nos ensinaram os nossos pais. Algumas hormonas trabalham por sua conta para produzir apetite. Cada vez se sabe mais acerca delas.

Hipotálamo-É o regulador da fome e da saciedade no cérebro. Cientistas das Universidades de Vigo e de Santiago descobriram uma proteína capaz de bloquear a hormona grelina, que avisa o hipotálamo quando é hora de comer. Poderá comercializar-se em 2008.

Serotonina-Mensageiro que actua sobre neurónios que inibem a fome.

Gosto muito-Quando provamos algo que gostamos, produz-se uma descarga de dopamina, neurotransmissor associado com o prazer. Quando a visão e o olfato o detectam de novo, o cérebro recorda o prazer.

Quando faz falta-A leptina adverte da necessidade de nutrientes. Está relacionada com a quantidade de tecido adiposo no organismo. No entanto, às vezes, falha. Daí que os obesos, ainda que tenham muito tecido adiposo, podem continuar com fome.

Já não posso mais-Produzido no intestino, o peptideo YY3-36 é conhecido como a hormona anti-fome. Os seus níveis no sangue mantêm-se altos entre refeições.

A culpada-A grelina, também chamada hormona da fome, produz-se no estômago. Quando está vazio, "lembra" que é hora de comer.

Insulina-As pessoas com níveis altos experimentam uma grande sensação de fome que as leva a uma ingestão excessiva de alimentos.

Marian Benito, 04.09.2007
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